Dizem que o nevoeiro esconde a realidade. Nada podia ser mais falso. A realidade é o próprio fenómeno. Se não avançarmos lestos, confiantes por ele, continuamos esta massa mole e disforme que se acomoda no sofá a fazer zapping.
Queira eu ter sempre a vontade de ser dinâmico, que as minhas inquietações e expectativas nunca cessem na perda de ambição.
Pois se a realidade está aí, eu sou parte dessa matéria. Eu quero e procuro modifica-la, e o segredo do sucesso reside na coragem de cada um.
Como combater a inveja em vários passos:
Em primeiro lugar é necessário beber cultura. Todos os dias, aprender, conhecer, tudo é uma fonte de informação. A inveja esconde-se sempre na ignorância.
Em segundo lugar, não minimizar o próximo, mas também não o tomar como igual. A ideia que partimos todos do mesmo principio é barbara se for mal interpretada, e os conflitos que a história nos tem infligido durante séculos, prova que o principio de igualdade é uma das principais razões para a inveja emergir. Somos nós. Cada um com a sua razão. Há milhões de semelhanças, mas a nossa racionalidade promove a diferença. E essa diferença é sinonimo de evolução.
Terceiro. A inveja vive no vestuário, nos gostos musicais, nos resultados, nas relações amorosas, polui o dia com gestos nada dignos de um ser que se diz digno de ter cultura geral. Há que admitir mais uma vez a individualidade para se ter sucesso. Se gosto, gosto por mim e assumo. O acto de assumir um gosto é uma grande arma para combater a inveja.
Em quarto lugar, quando somos nós a vitima da inveja temos que partir para o conceito calmo de aproximação e tentativa de partilha. Se guardamos o nosso segredo, as nossas capacidades ou outros processos tão próprios a nós, dificilmente seremos livres de inveja. Se pensamos que vamos perder as nossas individuais qualidades, não acredito. Cada um tem em si o pormenor de ser diferente, se eu desempenho bem a minha função, não tenho problemas em difundir o meu processo. Sei que vou sair valorizado, sei que vou evoluir e sei que uma grande franja dos que assimilam o meu processo nunca vão atingir um nível de excelência tão grande. Quando superado, surge o desafio. O motor de ser novamento ponto referencial, e aí entra novamente a nossa luta, a coragem, a nossa ambição de evoluir. Mesmo que seja no meio de um espesso nevoeiro cheio de massas moles e disformes.
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